Um laboratório feito por quem passou pela sala de aula, pela coordenação e pelo código.
O laboratório
O Base73 nasceu numa casa no Rio de Janeiro e leva no nome o número dela. Isso não é uma metáfora, é um endereço real: trabalhamos a partir de lugares concretos — a escola, a rede, a sala de coordenação —, e é desse chão que saem as ferramentas que construímos.
Somos um laboratório porque testamos antes de afirmar. Cada solução começa pela rotina de quem vai usá-la: como se planeja, como se registra, como se decide. Só depois vem o software, e ele existe para devolver tempo a quem ensina e organiza a escola.

Marcos Ramos
Marcos Ramos é doutor em Letras (UFES), certificado em Estudos Afro-Latino-Americanos em Harvard — mas um homem de letras um tanto sui generis. Desde cedo andou perto da lógica, dos números e da computação: primeiro como passatempo, depois como ofício. Dessa dupla filiação nasce o Base73.
Como pesquisador, tem construído uma carreira densa, com livros, artigos acadêmicos e textos em jornais e revistas. Já foi professor convidado em universidades de vários países (Cuba, Equador, Moçambique, Argentina) e, de 2022 a 2025, professor visitante da Universidad Nacional de Colombia, onde se dedicou sobretudo à formação de professores.
Ao mesmo tempo, nunca tirou os pés da escola. Desenha e implanta currículos, forma equipes docentes e desenvolve os sistemas e as ferramentas que esse trabalho pede. O que o move está na ponta: quem planeja a aula, registra a aprendizagem e sustenta a escola no dia a dia. É para essas pessoas que o Base73 existe.
Percurso completoComo trabalhamos
- 01Partir da rotina
A ferramenta começa pela observação de como a escola já planeja, registra e decide.
- 02Documentar decisões
Cada escolha pedagógica fica registrada para quem vier depois.
- 03Deixar autonomia
O que construímos precisa continuar funcionando quando saímos.